Por outro lado, o Fundo Nacional de Saúde não especificou as condições de financiamento dos cuidados com a saúde médicos em separado para os doentes idosos, o que, segundo o NIK, limita o acesso destes doentes à utilização de cuidado com a saúde adequados às suas necessidades.
Embora o Fundo tenha contratado mais serviços na área da geriatria, o acesso efetivo aos mesmos deteriorou-se (nos anos 2011-2014, aumentou o número de esperas por consulta, bem como o tempo de espera para a mesma, enquanto o número de clínicas geriátricas e diminuíram as enfermarias onde os pacientes eram internados sem filas).
As desigualdades territoriais no acesso aos serviços também são perceptíveis (a diferença entre as voivodias no valor dos serviços geriátricos prestados chega a vários milhares de por cento!). A situação na voivodia de Warmińsko-Mazurskie foi particularmente dramática a este respeito, onde nenhuma clínica ou enfermaria geriátrica estava funcionando durante o período de inspeção.
Nenhum médico geriatra prestou serviços com base em convênio com o Fundo Nacional de Saúde. A política de estado no campo dos cuidados com a saúde geriátricos requer reconstrução e maior desenvolvimento.
Necessita de maior valorização, o que motivaria a intensificação da assistência geriátrica, e os médicos geriatras teriam maiores chances de atuar na especialização aprendida. Talvez outros adeptos das ciências médicas também seguissem esse caminho de especialização. Isso é ainda mais desejável porque o número de pacientes idosos crescerá e o orçamento da saúde estará sob pressão para racionalização. https://www.alejandrozoboli.com.br/post/cisto-sinovial