UM DESAFIO PESADO SOBRE A SAÚDE PÚBLICA

O número estimado de mortes por hepatites virais, HIV, malária e tuberculose em todo o mundo, 2000-2015 – Globalmente, cerca de 240 milhões de pessoas sofrem de hepatite B crônica e 130–150 milhões de hepatite C crônica. A menos que a resposta seja ampliada e acelerada, as previsões mostram que o número de pessoas com hepatite B permanecerá nos altos níveis atuais pelos próximos 40 a 50 anos, e o total de mortes ocorridas entre 2015 e 2030 diminuirá.

Atualmente, o número de pessoas com hepatite C está aumentando, apesar da existência de uma cura efetiva. Não podemos mais esperar para intensificar a resposta global. Os cinco vírus da hepatite (A, B, C, D e E) são muito diferentes. Seus modos de transmissão diferem, afetam diferentes populações e não produzem o m mesmos resultados de saúde.

Um plano de ação eficaz requer medidas comuns, mas também intervenções específicas para cada um dos cinco vírus. Distribuição regional dos óbitos por hepatites virais e cuidado com a saúde desse público alvo. Quando os recursos são limitados, é importante direcionar as intervenções, serviços e investimentos criteriosamente de acordo com as especificidades da epidemia local.

Dados confiáveis e oportunos, com grau de “granularidade” suficiente, são essenciais para identificar “pontos quentes” e determinar os principais modos de transmissão e fatores de risco, populações vulneráveis, de risco e afetadas, a carga de morbidade em termos de cirrose e hepatocarcinoma, e a cobertura e qualidade dos serviços essenciais de hepatite. Dados dessa qualidade possibilitam o desenvolvimento de intervenções direcionadas e de alto impacto com maior precisão e eficiência, e a implantação ou adequação de serviços com o objetivo de atingir um maior número de pessoas que precisam. Alejandro Zoboli pe torto congenito unilateral

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